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Direitos Humanos

16/09/2020 16:09

Ações integradas com a Educação no enfrentamento ao preconceito contra a população LGBTQIA+ foi tema de live

Em continuidade a série de lives que marcam a Semana da Diversidade 2020, a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), promoveu nesta quarta-feira (16), o debate com o tema "Educação – Ensino, Pesquisa e Extensão como proposição de novas práticas". A semana é realizada todos os anos e coincide com a Parada Gay, que este ano não acontecerá em virtude da pandemia.

“Este ano trazemos como tema central uma discussão sobre ações transversais à pauta LGBT. São 10 anos de construção da Política LGBT e no âmbito do Estado da Bahia, percebemos uma intensificação dessas ações transversalizadas. Nesse contexto, a Secretaria de Educação tem sido uma grande parceira nos espaços de discussão”, pontuou Gabriel Teixeira, coordenador de Política LGBT da SJDHDS.

A transmissão ao vivo contou com a participação de Jurema Brito, professora da Rede Estadual de Ensino, atualmente Diretora de Currículo, Avaliação e Tecnologias Educacionais da Secretaria Estadual da Educação (SEC) e Sóstenes Macedo, coordenador do AMADO, núcleo de Apoio a comunidade LGBTQIA+, doutorando em Direito pela UFBA, advogado e membro do Grupo de Pesquisa em Criminologia da UEFS. 

A professora Jurema Brito fez uma apresentação sobre: Educação para a Diversidade: Relações de gênero e sexualidade nas escolas.

“O ambiente escolar é um dos principais lugares de construção dos saberes, incluindo de identidade. É nesse ambiente que crianças e adolescentes se deparam com as diferenças, principalmente as de gênero. É importante que haja o desenvolvimento de uma consciência crítica, para a construção de práticas pautadas no respeito à diferença, diversidade e aos direitos humanos. O papel social dos professores é falar abertamente sobre preconceitos, daí sensibilizar o aluno no caminho da tolerância e do respeito mútuo”, destacou Brito.

Na oportunidade, o coordenador do Núcleo de Apoio a comunidade LGBTQIA+ (AMADO), Sóstenes Macêdo, falou sobre o objetivo do Núcleo e destacou o papel da Universidade como espaço de inclusão. 

“O objetivo do AMADO é oferecer os serviços de atendimento jurídico e psicológico, e acolher as demandas da população LGBTQIA+ que sofre múltiplas formas de violência e precisa de um atendimento qualificado. A educação tem que problematizar a diversidade, pois a sociedade cria ambiente hostis para a população LGBTQIA+ e nós queremos romper com isso. A Universidade como um espaço plural, precisa fomentar a valorização do ser humano. É um grande salto trazer esse debate para ordem do dia, para estabelecer espaços que visem a garantia de direitos, em parceria com toda a sociedade e os órgãos públicos”, pontuou Macêdo.

Na quinta-feira (17), o debate será sobre "Cultura e Turismo - Olhares sobre a diversidade" e conta com a participação de Emília Couto, técnica de qualificação da Secretaria Estadual de Turismo (Setur) e Cassi Andrade, técnica do Centro de Culturas Populares e Identitárias, da Secretaria Estadual de Cultura (SecultBA).


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