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Direitos Humanos

22/05/2020 10:05

Segunda Live em alusão ao Maio da Diversidade discute Gênero e Sexualidade

“Como a decisão do STF sobre 'Ideologia de Gênero' afeta a gestão em educação? ”, esse foi o tema debatido na noite desta quinta-feira (21), na segunda live do ciclo de debates on-line que a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS) está promovendo em alusão ao Maio da Diversidade, mês marcado pela luta dos direitos da população LGBT.

O bate-papo ao vivo foi conduzido pela professora Denise Freitas Rocha, doutora em Educação e coordenadora do Centro de Referência em Desenvolvimento e Humanidades da Universidade do Estado da Bahia, com a mediação do coordenador de Políticas LGBT da SJDHDS, Gabriel Teixeira.

A professora destacou que é fundamental falar sobre gênero e sexualidade, para que, através da educação, a sociedade possa ampliar sua visão em relação aos direitos humanos emancipatórios, "superar esse debate e garantir que tenhamos o direito de construir novos direitos", disse ela.

“Falar sobre gênero e sexualidade faz parte da construção do respeito à diferença. É necessário romper com o mito da normalidade, para que possamos acabar com o preconceito e a violência. Para isso, é imprescindível um diálogo aberto com família, alunos e uma formação continuada para os profissionais da educação, o que deve possibilitar o desenvolvimento do pensamento crítico a partir da compreensão sobre as diferenças que culturalmente se cria na sociedade e que são responsáveis pelo machismo, exclusão, lgbtofobia e as mais diversas formas de violência”, destacou.

Na ocasião, o coordenador LGBT, Gabriel Teixeira, destacou que o país não pode retroceder nesse debate, tendo em vista que mais de 70% das violações acontece no contexto familiar ou de pessoas muito próximas. 

“Quanto mais tarde falarmos sobre essas questões, mais riscos estamos correndo, por isso é tão importante o papel da educação nesse contexto e o nosso de compreender a responsabilidade coletiva que temos. A gente precisa começar a pensar que compreensão nós temos em relação das pessoas. A sociedade estabelece padrões e quando eles não são reproduzidos, acontece a violência, ao invés de compreender essa diversidade. Precisamos desconstruir essa lógica perversa”, pontuou. 

Ainda durante a live, foi feito um resumo sobre os avanços das Políticas Afirmativas na Bahia nos últimos 10 anos. Além da discussão sobre gênero, uma série de outros temas serão pauta de encontros virtuais promovidos pela secretaria dentro da programação do Maio da Diversidade.

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