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Direitos Humanos

09/04/2018 13:04

CSU do Nordeste realiza oficinas especiais em homenagem às mulheres

Nesta sexta-feira (6), uma manhã inteirinha de oficinas para o cuidado com a saúde e beleza foram realizadas para as mulheres que frequentam o Centro Social Urbano do Nordeste de Amaralina (CSU). No CSU, órgão vinculado a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), a programação especial contou com aferição de pressão arterial, stands de maquiagem e produtos de estética, como limpeza de pele e hidratação corporal. Além de aula de swing baiano, dicas de defesa pessoal, palestra sobre doenças sexualmente transmissíveis (HTLV) e, também, hidroginástica e atendimento ao programa Passe Livre Intermunicipal, tudo em benefício à comunidade.

O dia especial faz parte do ciclo de oficinas realizadas ao longo da semana, em função da VIII Caminhada da Rainha Nzinga, ação também realizada pelo CSU Nordeste, que promove a discussão e reflexão sobre o tema: “Mulheres enfrentando o feminicídio, sexismo, racismo e todas as formas de violência para sobrevivência da espécie”. A ação tem o objetivo de discutir e reafirmar as conquistas das mulheres ao longo dos anos, por direitos de igualdade, combate ao racismo, entre outras questões.

Todas estas ações tēm um grande e importante objetivo: fortalecer a autoestima e empoderar a mulher. “Fomos muito felizes na escolha das oficinas porque tivemos um bom êxito no propósito da questão, que é a importância de refletir e mostrar oportunidades para essas mulheres, como por exemplo, a busca do empreendedorismo para a geração de renda, no cuidado com a saúde e prevenção de doenças, bem como incentivar o bem-estar, seja com um corte de cabelo ou com dicas de automaquiagem”, explicou Andreia Macedo, coordenadora do CSU, ainda ressaltando que, na oportunidade, o público feminino atendido foi bem heterogêneo, abrindo espaço para o LGBT, crianças, adolescentes e idosas.

“Moro na Liberdade, mas faço hidroginástica aqui no CSU. Venho para cá porque é um local que oferece condições para o cuidado com a saúde. Essas inciativas são de grande importância para nós, mulheres da periferia”, disse dona Creuza Santos, 68, enquanto aferia a pressão arterial.

A hidroginástica faz parte do projeto “Natação em Rede 2”, que atende cerca de 150 pessoas, entre crianças e idosos, com aulas nos cinco dias úteis da semana. “Ainda temos 50 vagas abertas para quem tiver interesse em se matricular. O projeto é novo, iniciamos em março, mas já estamos com uma boa estrutura para atender o quantitativo total estipulado pela ação, que são de 200 alunos”, disse Maria das Mercês, coordenadora do projeto.

Já no finalzinho da manhã, a aula demonstrativa de defesa pessoal, mostrou às mulheres, como agir em uma situação de violência e tentativa de abuso sexual. “São diversos os casos divulgados na mídia sobre o estupro. É lastimável que essas violências aconteçam e cresçam na nossa sociedade, por isso, é fundamental orientar a mulher como se defender numa ocasião vulnerável como esta, para que o agressor fique em uma situação subjugada, assim, a mulher terá melhor condições de sair do risco”, explicou o bombeiro civil e morgant ju-jitsu, Ricardo Nascimento.
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