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Assistência Social

05/04/2018 13:04

Bahia terá três novas unidades da Casa Abrigo da Mulher

Três grandes cidades do interior baiano receberão, ainda em 2018, as primeiras unidades da Casa Abrigo da Mulher fora de Salvador. Feira de Santana, Itabuna e Juazeiro, cidades-polo em suas respectivas regiões, abrigarão as unidades, que são fruto de um investimento de R$ 1,4 milhão da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) junto aos municípios. Com uma política de proteção integral às mulheres, o Governo do Estado vai instalar, ainda no primeiro semestre de 2018, as três unidades da Casa Abrigo da Mulher. O espaço acolherá mulheres vítimas de violência e que estão em risco iminente de morte.

O local funcionará como espaço de acolhimento, abrigo e orientação às mulheres que estejam correndo perigo de vida com capacidade para abrigar, cada uma, até 20 mulheres e filhos, que, dentro da política de proteção das unidades, também são abrigados. Com psicólogos, assistentes sociais e profissionais capacitados para o atendimento, as Casas Abrigo da Mulher funcionarão em regime de sigilo, com toda a interlocução sendo feita através de uma inédita Central de Acolhimento e Apoio de Denúncias.

Para o secretário da SJDHDS, Carlos Martins, a proteção das vítimas de violência é parte fundamental na política de garantir dos direitos das mulheres. “As unidades da Casa Abrigo da Mulher, que funcionarão com total sigilo, são o retrato de uma política que ao mesmo tempo atua na prevenção, mas também garante às vítimas em risco iminente de morte a proteção necessária, além de todo o acolhimento e orientação necessárias para a retomada da sua vida”, afirmou o secretário.
 
De acordo com o secretário, o alto investimento na instalação das unidades da Casa Abrigo da Mulher é também um reflexo do compromisso social do Governo do Estado com a pauta dos direitos humanos, especialmente para os grupos mais vulneráveis. “O investimento social é fundamental para garantir a assistência a todas as mulheres que em algum momento precisam do apoio do Estado”, pontuou Martins, destacando ainda que a iniciativa reforça a consolidação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na Bahia.

Segundo a superintendente de Assistência Social, da SJDHDS, Leísa Sousa, "as Casas acolherão mulheres de qualquer município da Bahia. Toda a interlocução será feita através de uma inédita Central de Acolhimento, garantindo o total sigilo e toda a proteção necessária para as vitimas".

O Governo do Estado, por meio do cofinanciamento, participará da manutenção dos espaços com as prefeituras, com aportes mensais de R$ 40 mil por unidade. No total, cerca de 10 profissionais treinados e capacitados atuarão no apoio às vítimas, que terão o anonimato e a proteção garantidos. A instalação das unidades é fruto da iniciativa do Governo da Bahia junto com outros membros do Câmara Técnica, que envolve o Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça e outras secretarias estaduais, como a de Política Para Mulheres, Saúde e Segurança Pública.
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