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Acessibilidade

13/03/2018 11:03

Planejamento estratégico discute ações para a promoção da igualdade da Pessoa com Deficiência

Com o objetivo de planejar e articular ações para inclusão e inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, nesta terça-feira (13), foi realizada a Oficina de Planejamento Estratégico Situacional para o biênio 2017/2018. A ação faz parte da Agenda Bahia do Trabalho Decente (ABTD) no eixo de Promoção da Igualdade da Pessoa com Deficiência (PcD), e tem como atores parceiros a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Ministério Público do Trabalho, Organizações da Sociedade Civil e empresas privadas. O evento aconteceu no Senac Casa do Comércio, em Salvador.

De acordo com o superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Sudef/SJDHDS), Alexandre Baroni, "esta câmara temática é um compromisso coletivo para a promoção da centralidade do trabalho e sua valorização no estado, no intuito de promover o trabalho como inclusão social. Precisamos pensar em estratégias que tenham mais eficácia para promover inserção qualificada a PcD, pois há um universo gigantesco de profissionais que ainda estão fora do mercado, que querem e precisam trabalhar", disse o superintendente e coordenador da câmara temática no eixo da promoção e igualdade da Agenda Bahia.

A Agenda Bahia do Trabalho Decente é uma experiência inovadora que amplia os compromissos assumidos pelo Governo Estadual. Partiu de um diagnóstico dos principais déficits de trabalho decente no estado, tomando como base os quatro pilares constitutivos dessa proposta: o respeito aos princípios e direitos fundamentais no trabalho; a geração de mais e melhores empregos; a extensão da proteção social; e a promoção do diálogo social. "É preciso sensibilizar os empresários para acreditar na competência do profissional com limitações, oferecendo a nós, leques de oportunidades, como por exemplo, funções de maior responsabilidade e liderança. O que buscamos é inserção qualificada, sem barreiras e sem preconceitos", disse Laísa Rebouças, formada em direito e bacharel em letras com libras.

"É um espaço para se pensar como cada um pode contribuir e somar forças para ampliar a possibilidade de inserção, pois trata-se de pessoas que estão fora do mercado por inúmeras barreiras, sejam elas de acessibilidade ou mesmo de oportunidade", afirmou o coordenador geral do Sine Bahia/Setre, Hildásio Pitanga, que ainda pontuou a ação do Dia D, realizada no ano passado pela Setre e SJDHDS, onde 50 empresas participaram encaminhando mais de mil pessoas com deficiência para o mercado formal de trabalho.

Na câmara temática, a ONG Pontos Diversos, representadas por Renata Martorelli e Carolina Barreto, conduziu as atividades de planejamento, discussão e elaboração de propostas pautadas na metodologia da representatividade dos diferentes atores que participam do contexto de políticas e proteção da pessoa com deficiência. O dia contemplou trabalhos em grupos que discutiram temas como: legislação para o trabalho, acessibilidade atitudinal, comunicacional, metodológica, arquitetônica e qualificação profissional. "É muito importante que a gente pense esse novo biênio de forma planejada e articulada, para facilitar o diálogo entre os atores e fortalecer soluções viáveis para a inclusão da PcD no ambiente corporativo", finalizou Lorena Mueller, auditora fiscal do trabalho e coordenadora do projeto de fiscalização de inserção de PcDs no mercado de trabalho.
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